Pierre-Louis Costes publica o livro biográfico e o filme “Tender”

tenderbook

Pierre-Louis é um dos bodyboarders mais influentes de todos os tempos.

Não só porque conquistou dois títulos mundiais (2011 e 2016) – poderia facilmente ter ganho muito mais – mas também porque representa o bodyboard do século XX.

O simpático francês é um dos pilotos mais populares entre os Gen X, Y e Millennials, o que leva a uma grande legião de fãs, seguidores e admiradores.

Costes sempre parece ter equilibrado seu lado emocional e racional bem dentro e fora da água.

Ele também é um dos poucos bodyboarders que assinou um contrato de patrocínio de longo prazo com a Rip Curl, uma empresa tradicionalmente associada ao surf.

Pierre-Louis também tem um trem exclusivo. Suas enormes acrobacias de backflip são altamente cotadas e sempre parecem surgir quando são realmente necessárias.

Pierre-Louis Costes: Começou o bodyboard aos nove anos.  Foto: Arquivo de custos

Um raro sucesso

Mas o que leva Costes ao sucesso é seu amor pelo esporte.

“Não é segredo. Não há muito dinheiro em nosso esporte. Fazemos isso principalmente por paixão, porque você não fica rico”, observa Costes.

“Eu vou para o mar todos os dias. Não descobri o bodyboard por causa da Internet ou porque vi em uma revista. Descobri porque vi essas pessoas na praia”.

Em um processo raro, Pierre-Louis Costes, em colaboração com a revista Australian Movement, produziu um livro de mesa acompanhado de um longa-metragem.

Dirigido por Gustavo Imigrante, o filme mostra a si mesmo, mas também alguns de seus amigos e adversários Amaury Lavernhe, Nick Gornall, Tanner McDaniel, Mike Stewart, Ben Player, Jeff Hubbard, Dave Winchester, Jared Houston e muitos outros.

Em 52 minutos, Costes compartilha o que pensa sobre as dez ondas que o tornaram o bodyboarder e a pessoa que é hoje.

O livro de capa dura de edição limitada de 134 páginas reflete o filme de forma construtiva. Inclui imagens de Josh Tabone e palavras de Jake Dean.

Essa produção improvável da mídia viu a luz exatamente 20 anos depois que Costes teve seu primeiro contato com o esporte no Marrocos.

Esperançosamente, isso mudará o futuro do bodyboard de ondas nas próximas duas décadas.

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