2018: um ano frustrante para o APB World Tour

benplayer14

2018 não será considerado um dos anos mais memoráveis ​​do bodyboard profissional.

O APB World Tour falhou em sediar o lendário Pipeline Invitational, e Teahupoo nem estava na programação provisória.

Para piorar a situação, e em quatro meses sabemos que os melhores artistas do mundo não vão vacilar nas Canárias.

Foi um ano frustrante, especialmente porque os oficiais do APB colocaram muitas esperanças e expectativas em um novo formato competitivo com poucas revoluções dentro e fora da água.

Uma das decisões mais importantes foi dividir o tour em dois níveis: o Qualifying Event Series Tour (QEST) e o World Grand Slam Series (WGS).

O QEST deve ser uma pista aberta a todos os cavaleiros, enquanto o WGS contará com os 24 melhores bodyboarders.

Um começo lento e um final frustrante

A temporada começou com um evento QEST de baixo perfil em Port Alfred, África do Sul. Tristan Roberts venceu a Guerra de West Beach, mas nunca houve um vídeo final da competição de fantasmas.

A temporada de elite começou tarde. A primeira etapa do programa WGS começou em junho no Chile, seguida de outra etapa de sucesso no Brasil.

Os pilotos então tiveram azar em Kiama. Não houve ondas e o campeão do evento teve que ser coroado em péssimas condições. Mas havia mais notícias ruins.

Sem qualquer declaração oficial, adeptos, atletas e meios de comunicação foram informados informalmente que o último evento do ano não se realizará no El Fronton de Galdar devido a um “desentendimento com o promotor local sobre os direitos dos meios de comunicação”.

O local foi considerado um dos passeios mais populares por atletas e entusiastas do bodyboard, mas as duas partes não chegaram a um acordo.

Como resultado, o campeão mundial será coroado na Praia do Norte em Portugal pela Nazaré, o que significa que o calendário do APB World Tour é reduzido para quatro corridas WGS e três eventos QEST.

Este resultado decepcionante coloca o bodyboard profissional no mesmo nível do skimboard profissional, por exemplo.

Esperançosamente, a organização liderada por Alex Leon surpreenderá os fãs e atletas com um punhado de novos jogadores empolgantes na próxima temporada. Caso contrário, o distintivo APB poderia entrar em uma espiral descendente semelhante àquela que encerrou a era do IBA World Tour.

Click to rate this post!
[Total: 0 Average: 0]

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Este site utiliza cookies para lhe oferecer uma melhor experiência de navegação. Ao navegar neste sítio, está a concordar com a nossa utilização de cookies.